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08.Jun.16

História de Fafe

Pelo território de Fafe andaram antigos povos, como os lusitanos e os romanos, que moldaram alguns dos recantos desta terra. Tanto a toponímia como os vestígios arqueológicos permitem calcular que quase toda a área do concelho tenha sido habitada pelo menos desde o século IV a.C. Da cultura castreja (século I a.C.) restaram alguns povoados, como é o caso do castro da Subidade, também conhecido como castro de Paredes, na freguesia de São Gens, um dos mais bem conservados.

 

Fafe

 

No entanto, as primeiras referências à existência do concelho, antes denominado Monte Longo, remontam à Idade Média, período em que tinha como cabeça concelhia Santa Ovaia (Eulália) antiga, chamada de Fafe desde o século XVIII.

 

A primeira referência à existência segura do território de Monte Longo é fornecida pelas inquirições de 1220, de D. Afonso II. Apesar disso, já no início do século XI aparecia documentada a designação de Monte Longo num documento referente a uma doação datada da segunda metade do século X, em que Ordonho III, rei de Leão, doava a "Villa Moraria de Monte Longo" (atual freguesia de Moreira de Rei) ao Mosteiro de Guimarães, fundado nessa altura pela condessa Mumadona.

 

Em 1513, o rei D. Manuel I concedeu foral a Monte Longo, que, no entanto, já existia como concelho, com a sua Câmara, onde foi depositado um dos três exemplares do foral e que ainda aí se guarda, e a sua administração municipal própria.

 

Em 1840, Fafe ascendeu à categoria de vila e em 1986 foi elevada a cidade, como reconhecimento do surto de progresso, a vários níveis, ocorrido após o 25 de Abril.